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  BETO PANDIANI

PALESTRA: O SUCESSO É UMA EXPERIÊNCIA COLETIVA



Pandiani envolve o público com as histórias emocionantes de suas expedições e traduz tais experiências para o mundo corporativo. Apresenta um conteúdo completo para fazer a vivência em alto mar dialogar com os desafios e o dia a dia de uma empresa. Num barco, assim como numa empresa, os resultados positivos são consequências de conhecimento, trabalho em equipe e de relacionamentos eficazes, baseados em confiança, planejamento, integração, informação, cooperação e liderança.

Tomada de decisões
Saber tomar decisões é competência fundamental no mundo dos negócios. Atualmente, com a competição cada vez mais acirrada; incertezas; e intensas mudanças no ambiente, essa habilidade é cada vez mais vital. Em diferentes níveis hierárquicos, desde presidentes e diretores, até gerentes e nível mais operacional, tomam-se decisões que, em cadeia, determinam os rumos das organizações. A competência de tomar boas decisões pode, e deve, ser desenvolvida e existem conceitos e ferramentas úteis para tanto. Conciliar harmonicamente experiência e intuição, com capacidade analítica e racional, é parte da sabedoria, para alcançar melhores resultados a partir da tomada de decisão. A conexão entre a vivência de Beto Pandiani com as realidades das empresas inspiram e fortalecem o aprendizado de executivos.

Gestão de Projetos e Riscos
Risco é uma ideia fortemente associada a aventureiros que se determinam a vencer desafios ou, como Beto Pandiani, cruzar e navegar por regiões pouco conhecidas. As incertezas são muitas e a consequência de erros cometidos pode ser a fatalidade da morte. Projetos de grande impacto nas empresas têm características parecidas, podendo os erros significar o fim de uma ideia, a falência de uma iniciativa ou mesmo o desligamento de equipes. A antecipação dos riscos possíveis e a geração e aperfeiçoamento de alternativas mitigadoras é a ideia geral que auxilia a enfrentar situações mais difíceis. As viagens do Beto são cheias de situações reais nesse sentido e ele, um verdadeiro gestor de projetos e riscos. Analisar essas situações, tendo também como referencia conceitos de gestão de projetos e riscos, é algo bastante rico e aplicado a diferentes situações gerenciais. Trata-se de um conhecimento de tipo horizontal que auxilia nas mais distintas áreas funcionais e unidades de negócios. A reflexão pode ajudar a questionar práticas atuais, revisar e aprimorar abordagens e fazer emergir oportunidades de negócios.

Inteligência competitiva
Atualmente, muitas informações estão disponíveis a cada momento para os diferentes stakeholders internos e externos da empresa. Gerenciar estas informações é de interesse empresarial e, cada vez mais, surgem áreas especificas para este fim, denominadas de Inteligência Competitiva ou Inteligência de Mercado. O trabalho tende a ser multidisciplinar, exigindo monitoramento, sistematização e análise das informações de forma profissional. Para Beto, o acesso, a análise e a gestão de informações são pontos críticos, desde a preparação até a seleção de especialistas (por exemplo, pessoal de apoio e meteorologistas) para a viagem. As analogias das viagens do Beto com a vida dos negócios estimulam a reflexão e melhoria dos sistemas de inteligência e gestão de informações nas empresas.

Logística e otimização de recursos
Priorizar o uso de recursos da forma mais inteligente possível, sejam eles humanos, materiais, financeiros ou de informação, é parte da realidade do mundo dos negócios. Os critérios de alocação desses recursos passam pela relevância de cada projeto ou situação. A ideia de valorizar a sua qualidade: poucos, entretanto bons, recursos podem fazer a diferença! A seleção de itens a serem levados nas viagens é uma das situações críticas para o velejador, que deve ponderar questões de segurança, necessidade e mesmo conforto em uma equação de espaço e peso limitado. Os recursos humanos são os mais delicados, uma vez que não têm comportamento totalmente previsível. Podem ser fonte de energia para a superação de desafios ou, por outro lado, fonte para limitações significativas.

Empreendedorismo e Inovação
Quando iniciados, os projetos do Beto foram inéditos. Velejando longas distâncias com “jangadas high tech”, ele levava adiante, para “novos mares”, sua motivação e habilidade empreendedora. Sempre houve grandes desafios em termos de inovação, uma vez que materiais, equipe, soluções tecnológicas, dinâmica de trabalho, precisam, todos, ser concebidos ou adaptados para a realidade específica das viagens planejadas. A exploração do novo e a experiência pessoal acumulada; a capacidade de motivar e lidar com a equipe envolvida nas viagens, dentro e fora do barco; o desejo de atingir grandes metas e a importância de planos bem pensados; em paralelo a um comportamento empreendedor são características das aventuras de Beto que dialogam com a realidade das empresas. Empreendedorismo e inovação são temas cada vez mais importantes no mundo dos negócios. Entender os conceitos e estimular diferentes tipos de inovação (do produto ao processo, da incremental à radical) pode ser um diferencial.

Do Planejamento a Execução
A ideia do projeto de uma viagem surge a partir de um objetivo. Assim, inicia-se o planejamento , que é dividido em partes detalhadas, sem perder a visão integrada do plano. São considerados, além dos recursos físicos e humanos, as ações fundamentais, programação temporal, aspectos de comunicação, previsão de pontos críticos e planos de contingência. O planejamento oferece, entre outras coisas, suporte a quem vai executá-lo. Planejar e executar são competências bastante distintas, mas complementares. Ambas necessárias, em diferentes níveis hierárquicos e organizacionais no mundo corporativo. Numa, a capacidade de gerar e priorizar boas alternativas é fundamental; na outra, as alternativas escolhidas precisam ser transformadas em prática. Nas viagens do Beto, os exemplos são interessantes para refletir sobre essa conexão no mundo dos negócios, visando não só gerar bons resultados, como também evitar desperdícios de esforços.

Aprendendo com os erros
Lidar adequadamente com erros e fracassos e, a partir daí, aproveitar as oportunidades de aprendizado é um diferencial. A ânsia por divulgar e propagar cases de sucesso, muitas vezes, ilude a realidade de que tropeços são comuns e até necessários, ao longo do caminho. A dificuldade de lidar com o fracasso pode inibir a ação e dificultar a capacidade de assumir riscos nas empresas. Em experiências desafiadoras, como as expedições do Beto, diversos aprendizados foram gerados com base em erro. Os aprendizados um a um, bem como as lições para a formatação de planos sob novas “filosofias”, servem de referência para reflexão de como lidar com erros no mundo dos negócios.

Coragem gerencial e Ownership
O comportamento para que projetos especialmente desafiadores sejam enfrentados nem de longe se limita ao cumprimento de regras e normas anteriormente previstas. Exige uma atitude de ownership, ou seja, a motivação para que o indivíduo se entenda como responsável pelo ambiente de trabalho em que se encontra e aja de forma criativa e proativa. A coragem gerencial para assumir responsabilidades e superar desafios também é característica cada vez mais desejada. As experiências de Beto Pandiani são cheias de exemplos nesse sentido, podendo ser traduzidas para a realidade da empresa como comportamentos proativos, inspirados e inspiradores, que são capazes de fazer a diferença.

Perfil
O santista Roberto Pandiani, 54, há 17 anos realiza expedições de alto desempenho pelos mais temidos mares do mundo a bordo de catamarans sem cabine. Filho do também velejador italiano Corrado Pandiani, conquistou prêmios nacionais e internacionais e coleciona marcos vitoriosos na história da vela mundial. A primeira virada na carreira profissional foi deixar um estágio na Pirelli quando cursava administração na PUC-SP; depois, como empresário do entretenimento. Trabalhou como barman entre 1980 e 1985 no Clyde´s, Maksoud Plaza e Ritz. Durante os anos 80 e 90, Pandiani foi proprietário de diversas casas noturnas que badalaram as noites paulistanas: Singapura, Aeroanta, Clube Base, Olivia e Mr. Fish, entre outros negócios.


No final dos anos 90 deixou a área de entretenimento e assumiu a vela como profissão e negócio, passando a trabalhar exclusivamente com o esporte que é a paixão de sua vida. As expedições de Roberto Pandiani originaram quatro títulos pela Editora Terra Virgem: Rota Austral, Travessia do Drake, Rota Boreal, Entre Trópicos e o recente Travessia do Pacífico. Em 2008, foi lançado um DVD da primeira parte da Travessia do Pacífico, e, em 2009, foi lançado a segunda parte. Em julho de 2009 foi lançado o primeiro livro de histórias, O mar é minha Terra. Beto Pandiani trabalha agora na logística da próxima viagem em 2012, a Travessia do Atlântico, e em 2013 e 2014 na Rota Polar, Vancouver – Groenlândia.

 
 
Beto Pandiani realizou diversas travessias de catamarã pelo mundo.  
Beto Pandiani é autor de 5 livros, seu último livro é: O Mar é a Minha Terra
 
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