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Dos integrantes da família, apenas a esposa de Eduardo Gribel não atingiu o topo -
Foto: Arquivo pessoal |
A família Gribel retornou a Belo Horizonte esta semana após três dos quatro componentes da equipe alcançarem os 6.962 metros de altitude do Monte Aconcágua, localizado nos Andes argentinos.
Dos integrantes da família, apenas Adriana, esposa de Eduardo Gribel e mãe de André e Renato, não atingiu o topo, pois sofreu com o mal da montanha durante a subida.
O ataque ao monte foi iniciado em 13 de fevereiro, um sábado, mas o mau tempo impediu que a família se deslocasse do Acampamento II, em Nido de Condores, até o Acampamento III, em Cólera. Somente no domingo (14), os mineiros conseguiram chegar a Cólera. Naquele momento, já estavam em um ponto mais alto que o Kilimanjaro, na Tanzânia, a maior montanha que já haviam escalado até então.
Na segunda-feira (15), às 5h, os Gribel partiram para o ataque ao cume do Aconcágua e atingiram o objetivo às 14h.
Eduardo Gribel dividiu os méritos desse sucesso da com a sua mulher, que não pôde completar todo o trajeto. “Dedico integralmente esta conquista a Adriana, responsável pelo planejamento perfeito desta expedição, a melhor preparada fisicamente de nós quatro, a que teve melhor saturação de oxigênio no sangue no período de aclimatação e que devido a um mal-estar e as duras regras da montanha não conseguiu a ascensão final nas últimas horas”.
Durante a expedição ao Monte Aconcágua, a família Gribel também escalou o Cerro Bonete, a 5.014 metros de altitude.
Desde 1994, a família Gribel realiza escaladas a montanhas de todo o mundo, como o Kilimanjaro (a maior da África), o Mont Blanc (maior da Europa Ocidental) e os sete cumes do Brasil.
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