MONTANHISMO
Por: Elias Luiz  |  10.03.2013  •  15:41

Atualizado: 01.04.2013 - 17h47

O corpo do montanhista paraibano Josenildo Correia da Silva de 48 anos, encontrado morto após ficar desparecido por duas semanas no monte Aconcágua, foi enterrado em Guarabira, no Brejo paraibano, na tarde deste sábado (30). O corpo de Josenildo foi velado da tarde de sexta até as 16h deste sábado (30), quando aconteceu o sepultamento na própria cidade no Cemitério Bom Jesus. Em entrevista à TV Cabo Branco, Alessandra Pereira, esposa de Josenildo Correia, afirmou que os peritos informaram que a morte do seu marido tinha sido causada por uma queda.

"O que ocasionou a morte dele foi uma queda. Eles deixaram isso bem claro pra mim. Ainda não se sabe o porquê da queda. Se foi um vento, se foi um escorregão ou se foi um edema cerebral" __ explicou Alessandra Pereira

Atualizado: 25.03.2013 - 13h10

O governo da Paraíba informou na manhã desta segunda-feira (25) que vai arcar com os custos dos translado do corpo do montanhista paraibano Josenildo Correia da Silva, encontrado no Monte Aconcágua, na Argentina, na última quarta-feira (20). Segundo familiares da vítima, o preço do transporte do corpo até a Paraíba seria de aproximadamente R$ 20 mil. De acordo com a secretária de Comunicação da Paraíba, Estela Bezerra, a decisão do custeio do translado partiu do governador Ricardo Coutinho, após o Ministério das Relações Exteriores informar que não iria arcar com os custos do envio do corpo do montanhista a Paraíba. A Secretaria de Comunicação não informou que secretaria arcará com o custo.

Atualizado: 22.03.2013 - 00h15

O corpo de Josenildo foi encontrado na região de Coléra a 6050m no monte Aconcágua.

Atualizado: 21.03.2013 - 11h15

Ontem (20) quando Alesandra Pereira (esposa de Josenildo) estava no portão de embarque para retornar ao Brasil, após dias de buscas infrutíferas, ela foi informada pelo Consulado Brasileiro que haviam encontrado o corpo de seu marido na montanha. Todo o trabalho de resgate e o translado do corpo teria um custo e a família teria que arcar com as despesas. O valor é alto e a família ainda não sabe como resolver essa situação e nem mesmo se realmente trará o corpo de Josenildo para ser enterrado no Brasil.

Atualizado: 20.03.2013 - 19h13

O corpo do montanhista paraibano Josenildo Correia da Silva, que estava desaparecido há duas semanas na Argentina, foi encontrado por volta das 13h desta quarta-feira (20) no Monte Aconcágua. A informação foi passada pela assessoria do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), baseada na confimação da Guarda Florestal do Monte Aconcágua.

Segundo familiares de Josenildo, a esposa dele, Alessandra Pereira, que viajou para Mendoza na última quarta-feira (13) para acompanhar as buscas de perto, tinha o retorno previsto para esta quarta-feira (20), mas adiou a volta. Ela deve retornar ao Brasil apenas na sexta-feira ou no sábado, trazendo o corpo. Antes de partir para o Aconcágua, Alessandra se mostrava otimista. "Não vou abandonar as buscas enquanto eu não tiver uma explicação, enquanto essa história não for esclarecida", explicou à época.

De acordo com a assessoria do Itamaraty, a temporada de visitas ao monte acaba nesta quarta-feira (20) por conta das mundaças climáticas do local com a chegada do outono.

Fica aqui nossas condolências aos familiares e amigos.

Atualizado: 20.03.2013 - 14h55

As buscas pelo montanhista paraibano Josenildo Correia da Silva, desaparecido há duas semanas na Argentina, continuarão mesmo com o fechamento do parque do Aconcágua para turistas. De acordo com a assessoria do Itamaraty, a temporada de visitas ao monte acaba nesta quarta-feira (20) por conta das mundaças climáticas do local com a chegada do outono, mas o consulado do Brasil em Mendoza, pronvíncia onde está localizado o Aconcágua, conseguiu manter as buscas após negociar junto à Guarda Florestal argentina.

Ainda conforme o Itamaraty, apesar do desaparecimento ter acontecido há duas semanas, o nível de alerta máximo das buscas continua vigorando. Segundo normas da Guarda Florestal de Mendoza, o nível do alerta muda com o passar das semanas. Teoricamente o alerta nesta quarta seria laranja, mas por conta do consulado brasileiro o alerta permaneceu em vermelho.

Atualizado: 15.03.2013 - 16h28

Hoje foi encerrado oficialmente a temporada 2012-2013 de escalada no Aconcágua. Esta temporada contabilizou 5 mortes e um desaparecimento (Josenildo Correia da Silva). As buscas pelo brasileiro desaparecido prossegue até o dia 30 de março. O parque ainda seguirá aberto por mais alguns dias para quem pretende fazer um trekking mais curto.

As fatalidades da temporada: 1- Erick Nourse (41) - Americano - Glaciar de los Polacos - 29 de dezembro 2- David Reinhart (42) - Americano - Glaciar de los Polacos - 29 de dezembro 3- Bon Negelein Christoph (53) - Alemão - Nido de Condores - 24 de janeiro 4- Krawczyb Jacer (47) - Polonês - Rio de Vacas - 15 de fevereiro 5- Daniel Jeandot (58) - Francês - La Canaleta - 5 de março

Desaparecido: 1- Josenildo Correia da Silva (48) - Brasileiro - desapareceu na descida do cume - 5 de março

Atualizado: 13.03.2013 - 20h39

Alessandra Pereira, esposa do montanhista paraibano Josenildo Correia da Silva desaparecido no Monte Aconcágua, viaja nesta quarta-feira (13) para Mendonza, na Argentina, para acompanhar as buscas pelo seu marido. Segundo Alessandra Pereira, o Itamaraty vai acompanhá-la durante as buscas no monte até a próxima terça-feira (19), quando retorna à Paraíba. A viagem terá início na noite desta quarta, quando ele sairá de Guarabira, no Agreste paraibano para Natal, no Rio Grande do Norte, onde pegará um voo para a Argentina previsto para as 3h da quinta-feira (14). "Estou esperançosa. Não vou abandonar as buscas enquanto eu não tiver uma explicação, enquanto essa história não for esclarecida. Quero conversar com todos que estavam quando se perderam dele. Não vou desistir", comentou.

Atualizado: 12.03.2013 - 22h53

O gorro e a jaqueta que foram encontrados no Monte Aconcágua, na Argentina, não são do montanhista paraibano Josenildo Correia da Silva, desaparecido desde a quarta-feira (6). Ele sumiu quando escalava o monte. A informação foi confirmada pela assessoria do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), que explicou que a Guarda Florestal, responsável pelas buscas, confirmou que o material não havia sido locado pelo brasileiro. A mulher do montanhista, Alessandra Pereira, confiava que o material pertencesse ao marido. "Eu ainda tenho esperanças de que ele esteja vivo", afirmou na manhã desta segunda-feira (11).

O Itamaraty informou que na primeira semana o alerta é vermelho e as buscas são intensas em ritmo de urgência. Mas como ele sumiu na quarta-feira (6) o alerta vale até a próxima quarta-feira (13). Em seguida, o alerta passa a ser o laranja, quando perde um pouco a intensidade. Esse é um procedimento padrão da Guarda Florestal, mas pode haver mudanças. Alessandra disse ainda que durante os dias em que está sem notícias do marido tem encontrado alívio nas notícias que amigos enviam sobre o caso. "Nós temos amigos na Argentina que estão bastante empenhados nas buscas e nos mandam notícias constantemente, o que tem aliviado a minha angústia", disse.

Ela ainda não sabe se vai viajar à Argentina. "Com relação a essa possibilidade, ainda não decidi. Como tenho amigos lá, recebo todas as informações de todas as providências que estão sendo tomadas", afirmou.

Atualizado: 11.03.2013 - 22h24 O Itamaraty informou que foi encontrado hoje um casaco e as luvas que Josenildo utilizava durante a escalada e as buscas mais intensas termiram hoje às 17h. O Itamaraty informou que não há mais esperança de encontrá-lo com vida. Há informações que Josenildo conseguiu chegar ao cume e deve ter se perdido na descida. Fica aqui nossos sentimentos e apoio a família e amigos. O Extremos continuará acompanhando o caso.

Artigo original: 10.03.2013 - 15h41 Um brasileiro que tentava escalar o monte Aconcágua, na Argentina, está desaparecido, de acordo com o consulado brasileiro em Mendoza. Josenildo Correia da Silva, de 48 anos, não é visto desde a última quarta-feira, segundo informações dadas por autoridades argentinas ao Itamaraty. Equipes de resgate da Argentina relataram dificuldades para realizar as buscas, devido ao mau tempo na região, onde está chovendo e ventando muito. A partir do dia 20 de março o parque do Aconcágua fica fechado para visitação e as buscas devem se encerrar.

Josenildo participava de uma expedição com outros quatro brasileiros para tentar atingir o cume do monte. Como os outros brasileiros desistiram de completar o percurso, Josenildo seguiu sozinho para o topo. O Aconcágua, que tem 6.972 metros de altitude, é a maior montanha das Américas.

Segundo Paulo Cesar Bussamara, um paulista que integrava o grupo de Josenildo, os brasileiros foram desistindo aos poucos da aventura, devido ao frio extremo, cansaço e às péssimas condições climáticas, que chegaram a carregar a barraca e saco de dormir de um deles.

O último brasileiro do grupo a ver Josenildo foi o paulista Ademir Silva, de 43 anos. No dia 4 de março, Ademir e Josenildo saíram do acampamento chamado "Berlim", que fica a 5930 metros de altitude. Porém, depois de dez horas caminhando, Ademir desistiu e resolveu voltar, devido ao frio. Segundo Bussamara, na parte baixa da montanha a temperatura à noite chagava a 17 graus negativos e em outras trechos poderia atingir 30 graus negativos.

- Depois disso, o Josenildo seguiu sozinho. Após dez horas sem notícias dele, acionamos a patrulha de resgate do Aconcágua. Soubemos que outros montanhistas estrangeiros ainda o viram descendo do cume depois disso, mas até agora ele não foi encontrado. - disse Bussamara

Segundo Bussamara, na última vez que o grupo viu Josenildo, ele parecia estar bem de saúde. Ademir e outro paulista que integrava a expedição, Alberto Heldt, prestaram depoimento às autoridades argentinas e chegam ao Brasil no fim da tarde deste domingo.

Esta é a terceira vez que Josenildo, paraibano da cidade de Guarabira, tenta chegar ao topo do Aconcágua. Nas outras duas vezes ele não teve sucesso. Em 2004, ele chegou a ficar com os dedos congelados ao tentar alcançar o cume do Aconcágua e teve que ser resgatado por um helicóptero. O paraibano começou a praticar o esporte há oito anos e há dois anos também tentou atingir o topo do Elbrus, monte na Rússia, sem sucesso.

- Ele disse que ia tentar o cume, mas disse que sabia o limite do corpo dele. O sonho dele era atingir o Aconcágua. Ele só estava com comida para um dia. E está desaparecido há muitos dias. Eu tenho esperança, mas ao mesmo tempo estou angustiada por não saber o que aconteceu - conta a mulher de Josenildo, Alessandra Pereira.

O Itamaraty informou que o consulado brasileiro em Mendoza está dando todo auxílio necessário aos brasileiros e que acompanha o trabalho de resgate junto às autoridades argentinas.

O corpo do montanhista paraibano Josenildo Correia da Silva de 48 anos, encontrado morto após ficar desparecido por duas semanas no monte Aconcágua, foi enterrado em Guarabira, no Brejo paraibano, na tarde deste sábado (30). O corpo de Josenildo foi velado da tarde de sexta até as 16h deste sábado (30), quando aconteceu o sepultamento na própria cidade no Cemitério Bom Jesus.

Em entrevista à TV Cabo Branco, Alessandra Pereira, esposa de Josenildo Correia, afirmou que os peritos informaram que a morte do seu marido tinha sido causada por uma queda.

O gorro e a jaqueta que foram encontrados no Monte Aconcágua, na Argentina, não são do montanhista paraibano Josenildo Correia da Silva, desaparecido desde a quarta-feira (6). Ele sumiu quando escalava o monte. A informação foi confirmada pela assessoria do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), que explicou que a Guarda Florestal, responsável pelas buscas, confirmou que o material não havia sido locado pelo brasileiro.

A mulher do montanhista, Alessandra Pereira, confiava que o material pertencesse ao marido. "Eu ainda tenho esperanças de que ele esteja vivo", afirmou na manhã desta segunda-feira (11).

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