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KARINA OLIANI e MOESES FIAMONCINI VÃO ESCALAR O K2 A SEGUNDA MONTANHA MAIS ALTA DO MUNDO COM 8.611 METROS
 
 

23.07.2019 | 05:50 Paquistão | 21:50 Brasil | - Karina Oliani e Moeses Fiamoncini devem estar no Campo 2 (o SPOT dela está desligado).

 
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K2
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LEGENDA DESTAQUE: • CA = CICLO DE ACLIMATAÇÃO • BC = BASE CAMP • C1 = CAMPO 1 (5.500m) • C2 = CAMPO 2 (6.200m) • C3 = CAMPO 3 (7.200m) • C4 = CAMPO 4 (7.600m) • C5 = CAMPO 5 (8.150m)
• 1C1 - PASSOU UMA NOITE NO CAMPO 1 • ... O CICLO EM ANDAMENTO • CC = CICLO DE CUME
 
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22.07.2019 - 21:50 Brasil

Novo ataque ao cume

  Elias Luiz  

Karina Oliani, Moeses Fiamoncini e Maximo Kausch iniciaram ontem um novo ataque ao cume do K2. A previsão é que eles façam o cume na manhã do dia 25 de julho, no horário do Paquistão.

A maioria das expedições abandonaram o K2, mas as expedições mais independentes como a da Karina e algumas outras, resolveram se unir para fazer uma nova tentativa de cume. Isso engloba principal em ter uma boa equipe de sherpas que abrirão caminho ao cume, instalando as cordas de segurança.

Karina Oliani tem como guia sherpa, Lakpa Temba, que a acompanhará até o cume. É provável que neste momento ela esteja no Campo 2, se preparando para subir para o Campo 3. Por algum motivo Karina não ligou o seu SPOT neste início de ataque ao cume.

Karina Oliani durante a sua 1ª tentativa de ataque ao cume.

 

20.07.2019 - 19:55 Brasil

Em retirada

  Elias Luiz  

Karina Oliani me informou que a maioria das expedições já desistiram de escalar o K2 e aproximadamente 100 pessoas já seguiram de volta para Skardu. Karina, Moeses e Maximo e alguns poucos alpinistas ainda permanecem no Campo Base.

• Mingma G, da agência Imagine Nepal disse que:

“Nossa expedição ao K2 está encerrada. Nossos membros do K2 já estão de volta a Skardu. Se nos esforçassemos muito, ainda poderíamos ter sucesso no K2, mas há muitos riscos e pode levar vidas, e isso ninguém quer. Assim nós dizemos adeus ao K2 neste ano e no ano que vem voltaremos para tentar uma nova via mais segura, evitando o Gargalo da Garrafa. Vamos nos preparar com escadas, furadeira e parafusos para seguir uma rota rochosa que aparenta ser mais segura para chegar ao cume. Um membro da equipe de Garret [Madison] que teve essa ideia e essa rota já foi proposta em 1938. Então será esse o caminho que faremos no ano que vem.”

Mingma G

A nova rota proposta.

 

19.07.2019 - 07:47 Brasil | 15:47 Paquistão

De volta ao Campo Base

  Elias Luiz  

Acabei de conversar com a Karina Oliani e ela me passou os detalhes desta primeira tentativa de ataque ao cume:

“Ontem voltei para o Campo Base.

Dia 17 a noite partimos pro ataque ao cume às 22h, mais ou menos as 3h da madrugada, já próximo ao cume [próximo ao Gargalo da Garrafa] a escalada foi abortada por um avalanche enorme que machucou um Sherpa e varreu 2 cordas. Todas as pessoas que estavam tentando o cume desceram também. Descemos pra barraca no Campo 4. Estávamos tão perto! Mas o excesso de neve nessa temporada aqui está causando muitos avalanches - ainda mais perigoso.
Dormimos algumas horinhas (entre 3h-9h) e arrumamos a barraca e descemos do C4, C3, C2, C1, ABC e Campo Base (9h descendo) cerca de 3.000 metros em 1 dia.

As condições da natureza não estão colaborando em nada esse ano pra escalada. Pra vocês terem uma ideia da quantidade de neve, olhem esse vídeo [abaixo].

A palavra que está sendo usada aqui entre os Sherpas e escaladores é “impossível escalar o K2 nessas condições”!

Na noite anterior pegamos -40ºC. Meu Sherpa, o Lakpa está com lesão de congelamento (frostbite) grau 1 na mão e agora vou cuidar dele pra se recuperar melhor. Ninguém (nenhum escalador de nenhuma equipe e nenhuma nacionalidade) conseguiu fazer cume. Mas a melhor notícia é que estão todos vivos e se recuperando.

Essa montanha é muito sinistra mesmo. O grau de exposição, de pedras e gelo rolando, de dificuldade técnica, unido a altitude e clima super extremos levam o K2 pra um próximo nível mesmo. Nós teríamos feito cume. Mas um avalanche enorme impediu e olha só a quantidade de neve Tiveram quase que “nadar” pra sair dela. O Sherpa que foi pego no avalanche só quebrou o braço (graças a Deus). Já estamos evacuando ele pra tratamento.

E olha que aqui estão concentrados os melhores escaladores do mundo agora! Mas temos sempre que lembrar, que numa montanha desse porte, a natureza é soberana.

Nós viramos meros grãos de areia aqui... vocês precisam ver a proporção (quando pegamos os binóculos) que os escaladores ficam escalando!

Nós dormimos em pelo menos 2 acampamentos com um Serac gigantesco pendurado sobre nossas cabeças um desprendimento de um bloco de gelo desses e não sobra nada! (Como já aconteceu antes aqui).

Estamos esperando informações do tempo e da neve. Fazendo uma estratégia diferente e pode ser que a gente tenha mais uma chance. Mas ainda não está confirmado.

Mandarei mais notícias em breve!”

Karina Oliani direto do Campo Base do K2

Neve até a cintura no K2.

 

Mingma Sherpa

Mingma Sherpa da agência Imagine Nepal enviou a seguinte mensagem:

“Nossa equipe K2 está de volta ao Acampamento Base agora. Estamos quase a não fazer outra tentativa por causa da neve excessiva acima do gargalo da garrafa. Se fosse apenas neve profunda, então ainda poderíamos tentar, mas há perigo de avalanches. Então, a melhor decisão seria não colocar a vida de alguém em perigo.”

disse Mingma Sherpa

18.07.2019 - 06:45 Paquistão

No Gargalo

  Elias Luiz  

Os sherpas, Mingma Tenzi e Pemba Tsering, da agência Imagine Nepal tentaram fazer a instalação das cordas fixas do Gargalo da Garrafa até o cume, nesta madrugada do dia 18, mas foram impedidos pela quantidade de neve.

“...é quase impossível passar pelo Gargalo da Garrafa. A neve é muito profunda e a condição não é boa para ir mais longe. Naquele trecho, o nível de neve é maior do que a altura de Mingma, então eles decidiram não arriscar e não colocar outros alpinistas em perigo. Todos estão voltando para o Campo 4 agora. Os membros da nossa equipe já estão em suas barracas e discutiremos mais amanhã.”

disse Mingma Sherpa

Estima-se que há 120 alpinistas esperando a conclusão da instalação das cordas fixas pelos Sherpas, para que possam fazer o ataque ao cume. Esse é um número recorde de alpinistas no K2.

Devido essas circunstâncias, Karina, Moeses e Maximo devem prorrogar novamente a data de ataque ao cume. O SPOT da Karina confirma isso ao não mostrar nenhuma movimentação.

• Karina acaba de enviar a seguinte mensagem:

“Estamos tendo dias incríveis, mas da para entender porque essa é considerada a montanha mais técnica e difícil do mundo.”

disse Karina Oliani, minutos atrás.

Karina Oliani como sempre bem consciente do que fala. Apesar de muitos blogs dizerem que o K2 é a montanha mais perigosa, na verdade esse título pertence ao Annapurna. O K2 é conhecido por ser a montanha mais técnica entre as montanhas acima dos 8.000m.

• O GPS do SPOT da Karina Oliani indica que eles estão acampados a aproximadamente 7.600m. Isso seria o meio do caminho entre o Campo 3 e Campo 4. Se essas coordenadas estiverem corretas, eles podem ter decidido acampar um pouco abaixo do Campo 4 devido a grande quantidade de alpinistas que também estão na espera para o ataque ao cume.

17.07.2019 - 07:12 Brasil

Avalanche

  Elias Luiz  

Uma pequena avalanche ocorreu perto do Gargalo da Garrafa e isso vai atrasar o progresso em um ou dois dias, segundo mensagem de Dawa Sherpa, da agência Seven Summit Treks:

“Uma pequena mudança no cronograma, a equipe de Seven Summit Treks agora está planejando fazer o ataque ao cume em 18 de Julho 2019, como todos os membros de escalada que estavam com Sete Cumes Treks estão em C4 hoje. Hoje um pequena avalanche atingiu a Gargalo da Garrafa e os nossos 5 sherpas que estavam levando as cordas de fixação foram varridos quase 50m para baixo, tiveram pequenos ferimentos, mas todos estão seguros agora em Camp 4. Amanhã [dia 17] novamente a equipe de fixação fará o progresso das cordas para cume e todos os membros de escalada seguirá ao cume no dia 18 de julho.”

disse Dawa Sherpa, no dia 16 de julho

Brasileiros

• Pelo SPOT X da Karina Oliani, é possível notar que a equipe não se movimentou hoje, provavelmente devido ao atraso na fixação das cordas. O SPOT indica que eles estão a 7.560m de altitude.

• Karina está sendo acompanhada pelo sherpa Lakpa Temba, que tem 34 anos de idade, e já chegou cinco vezes ao cume do Everest, duas vezes do K2, duas vezes do Manaslu, além de outras 12 montanhas.

“Aqui no K2 em um momento pode estar 30 graus Celsius positivos e em 10 minutos a temperatura pode cair para 20 negativos devido à uma só nuvem no céu. O vale onde estamos é tão fundo e com montanhas tão íngremes que escurece por volta das quatro horas da tarde.
O K2, definitivamente, não é o tipo de lugar onde você se cansa e vai embora para casa. Para sair daqui temos que caminhar 120 quilômetros por uma trilha extremamente complexa com gelo, neve, sedimento glaciário, rochas, pequenos desertos e rios. Tudo isso para chegar a nossa metrópole local chamada Askole, que possui 200 habitantes e só dá para chegar com veículos fortes, como um Volvo.”

mensagem de Karina Oliani enviada antes do inicio do Ciclo de Cume

A expedição de Karina Oliani ao K2 conta com patrocínio de Volvo Cars, Pulsar Invest, John John, Outback Steakhouse e Gillette Venus, além do apoio de Canon, GoPro HERO7 Black, Saved by Spot, Puma e The North Face.

Karina Oliani e Lakpa Temba.

 

16.07.2019 - 03:10

Campo 3

  Elias Luiz  

Karina Oliani, Moeses Fiamoncini e Maximo Kausch estão próximos do Campo 3 (7.350m). Ainda não temos a informação se eles chegaram ou não no Campo 3, pois Karina enviou a seguinte mensagem pelo seu SPOT X:

“O tempo está ficando ruim. Iremos nos abrigar.”

Karina Oliani, direto do K2

Atualização: 10:05 - Brasil

Os dois alpinistas brasileiros, Karina Oliani e Moeses Fiamoncini, junto com o argentino Maximo Kausch, chegaram ao Campo 3. Karina mandou a seguinte mensagem:

“Como amo escalar montanhas. Obrigada a todos os meus patrocinadores e apoiadores e quem acreditou em mim. Aqui me sinto mais perto de Deus!”

Karina Oliani, direto do Campo 3

14.07.2019 - 15:20

Campo 2

Karina Oliani, Moeses Fiamoncini e Maximo Kausch iniciaram o ciclo de cume e no momento estão no Campo 2 (6.760m).

11.07.2019 - 20:35

Karina Oliani e Moeses Fiamoncini

  Elias Luiz  

Moeses Fiamoncini chegou hoje ao Campo Base do K2, onde foi recepcionado pela Karina Oliani. Karina fez apenas um ciclo de aclimatação junto com Maximo Kausch, agora os três alpinistas aguardem a janela de cume que deve acontecer neste dia 13, com cume previsto para o dia 17 ou 18 de julho.

“Estou ótima. A montanha é muito sinistra mesmo. Gigante, difícil, muito perigosa mesmo. Partes extremamente técnicas - do jeito que eu gosto. Optei por fazer 1 [ciclo de aclimatação], só que mais bem forte. Fiquei 5 noites lá em cima 2 no C2 a 6700m e de dia, andando pra lá e pra cá fazendo imagens do meu documentário.
Por enquanto subo dia 13, pra tentar cume dia 17 ou 18.”

Karina Oliani direto do Campo Base do K2 / Paquistão

Karina Oliani de agasalho verd no 1º Ciclo de Aclimatação no K2. Foto: Divulgação

Karina Oliani na Cerimônia Puja. Foto: Divulgação

Karina Oliani na Cerimônia Puja. Foto: Divulgação

Karina Oliani no Acampamento 2 do K2. Foto: Divulgação

Karina Oliani subindo para o Acampamento 2. Foto: Divulgação

Karina Oliani no K2. Foto: Divulgação

O visual durante a escalada. Foto: Divulgação

Karina Oliani no acampamento 2. Foto: Divulgação

Karina Oliani durante a escalada. Foto: Divulgação

Acampamento durante o 1º Ciclo de Aclimatação. Foto: Divulgação

Karina Oliani durante a Cerimônia Puja. Foto: Divulgação

Karina Oliani na Cerimônia Puja. Foto: Divulgação

Karina Oliani escalando o K2. Foto: Divulgação

Karina Oliani durante a escalada do K2. Foto: Divulgação

Karina Oliani (camiseta verde), Maximo Kausch (calça verde) em foto no campo base. Foto: Divulgação

Chegada de Moeses Fiamoncini no Campo Base do K2. Foto: Divulgação

 
 

07.07.2019 - 06:55

Karina Oliani

  Elias Luiz  

Karina Oliani e Maximo Kausch estão fazendo um ótimo progresso, ficaram dois dias no Campo 2 (6.760m) no primeiro ciclo de aclimatação no K2.

Moeses Fiamoncini

Acabei de falar com Moeses Fiamoncini, que está em Skardu. Ele disse que deve chegar ao Campo Base do K2 entre os dias 11 e 12 de julho. Como fez o cume do Nanga Parba no dia 3 de julho, às 17h, ele já está aclimatado para o cume do K2. Não será necessário fazer outros ciclos de aclimatação. Ele falou um pouco sobre a escalada do Nanga Parbat:

“Olá Elias...
Fizemos [a escalada do Nanga Parbat] pela variante Ali Sadpara. Dos 7400m até o cume um mix Ice and rock, free solo. É uma montanha que exige muito para subir e a descida não é fácil. Muito fácil de se perder. São 4000 metros de ascensão. Éramos só 13 alpinistas. Sem turista de montanha. Coisa séria!
Encontrei o Reinhold Messner perto do BC e passamos a tarde juntos ao redor de uma fogueira numa casa abandonada. Foi uma motivação a mais para conquistar o Nanga, mais ainda quando [ele] disse que as condições estavam ótimas!”

Moeses Fiamoncini, direto de Skardu / Paquistão

Everest

Para quem acompanhou a nossa cobertura do Everest deste ano, a Betway acaba de publicar em seu blog um artigo muito interessante com o título de "Glória e Risco no Everest" e que tem um excelente infográfico. Vale a leitura!

Moeses Fiamoncini e Reinhold Messner próximo do Campo Base do Nanga Parbat.

 

03.07.2019 - 23:52

Cume brasileiro no Nanga Parbat

  Elias Luiz  

Moeses Fiamoncini chegou ao cume do Nanga Parbat (8.125m), tornando-se assim o primeiro brasileiro a escalar essa montanha icônica da Cordilheira do Karakoran.

Apenas 41 dias atrás Moeses chegou ao cume do Everest (8.848m) e em 2018 ele conquistou o Manaslu (8.163m), sua primeira montanha acima dos 8.000m. Agora Moeses parte para o K2, onde irá escalar a montanha em companhia da Karina Oliani.

Confira abaixo a atualização do Infográfico criado por Elias Luiz, que mostra as conquistas brasileiras em cada uma das 14 montanhas acima dos 8.000 metros de altitude. Agora restam apenas duas montanhas que nenhum brasileiro pisou no cume: Annapurna e Broad Peak.

Moeses Fiamoncini no cume do Nanga Parbat (8.125m)

Infográfico criado por Elias Luiz / Extremos, onde mostra todas as primeiras conquistas brasileiras em cada uma das 14 montanhas acima dos 8.000m de altitude.

 

01.07.2019 - 14:25

Campo Base e Nanga Parbat

  Elias Luiz  

Karina Oliani e Maximo Kausch chegaram no sábado ao Campo Base do K2. Devem descansar alguns dias antes de iniciarem o primeiro ciclo de aclimatação.

• Moeses Fiamoncini está escalando o Nanga Parbat, a 9ª montanha mais alta do mundo com 8.125m. Seu porteador teve uma fratura na mão quando escalava a na parede Kinshofer e terá que abandonar a escalada. Com isso Moeses vai se juntar com Sergi Mingote, que também tinha ficado parceiro de escalada. Sergi Mingote foi parceiro de Moeses na escalada do Lhotse (Moeses não chegou ao cume do Lhotse, apenas Sergi Mongote).

25.06.2019 - 15:00

Expedição ao K2

  Elias Luiz  

Karina Oliani vai escalar o K2 (8.611m) uma das montanhas mais técnicas entre as montanhas acima de 8.000 metros de altitude.

Karina Oliani já escalou o Everest tanto pela Face Sul (Nepal), como pela Face Norte (Tibet). Agora o seu novo desafio é chegar ao topo da segunda montanha mais alta do mundo, feito realizado entre os brasileiros apenas por Waldemar Niclevicz, em 29 de julho de 2000.

Karina Oliani está acompanhada de Maximo Kausch, guia argentino, que vive há muitos anos no Brasil.

Moeses Fiamoncini

O brasileiro Moeses Fiamoncini que acabou de escalar o Everest, também faz parte da expedição e tentará a sua segunda montanha de 8.000m na temporada. Em 2018 Moeses escalou o Manaslu (8.163m), a 8ª montanha mais alta do mundo.

Onde fica?

O K2 está situado na Cordilheira do Karakoran, que é uma extensão da Cordilheira do Himalaia. A montanha faz divisa entre Paquistão e China.



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