Extremos
 
Everest
12 ANOS DE COBERTURA ONLINE DO EVEREST - TEMPORADA 2017
 
 
08.03.2017 - 06:45 Brasil | 15:30 Nepal - Alex Txikon está de volta ao campo base e o inverno está acabando. Será que terá tempo para mais um Ciclo de Cume?
 
 
CUMES MORTES
FACE SUL FACE NORTE FACE SUL FACE NORTE
ALPINISTAS SHERPAS ALPINISTAS SHERPAS ALPINISTAS SHERPAS ALPINISTAS SHERPAS
0 0 0 0 0 0 0 0
0 0 0 0
0 0
 

brasileiros
 
FACE SUL FACE NORTE
_ _ _
           






 
LEGENDA: • CA = CICLO DE ACLIMATAÇÃO • BC = BASE CAMP • FF = FOOTBALL FIELD (5.700m) • C1 = CAMPO 1 (5.900m) • C2 = CAMPO 2 (6.400m) • C3 = CAMPO 3 (7.200m) • C4 = CAMPO 4 (8.000m)
• 1C1 - PASSOU UMA NOITE NO CAMPO 1 • ... O CICLO EM ANDAMENTO • ABC = ACAMPAMENTO BASE AVANÇADO (6.500m - FACE NORTE) • LOBUCHE EAST (6.119m) • CC = CICLO DE CUME

 
podcast
 
 
 
 
notícias
 

08.03.2017 - 07:55 Brasil | 16:40 Nepal - Atualizado

Alex desiste

  Elias Luiz  

Alex Txikon acaba de informar que sua expedição está encerrada. Durante esta última tentativa ele enfrentou ventos de mais de 100 km/h e temperatura de -40ºC.

“Teria sido um verdadeiro suicídio ir em frente. Como chefe da expedição não posso colocar em perigo a vida dos meus companheiros... e a minha também. Para mim é mais difícil dicidir descer ao Campo Base do que subir ao Campo 4. Haverá mais oportunidades. Eu voltarei.”

disse Alex Txikon via telefone satelital

Assim termina a temporada de escalada invernal do Everest. A partir do início de abril começa a temporada principal, que é a da Primavera, onde os alpinistas começam a fazer o trekking ao campo base do Everest nos primeiros dias de abril e durante todo o mês de abril e até a primeira semana de maio são realizados os Ciclos de Aclimatação. O ataque ao cume normalmente deve acontecer entre o dia 10 a 25 de maio.

Fiquem ligados aqui no EXTREMOS, pois nessa temporada teremos mais de 700 alpinistas tentando chegar ao cume do Everest e entre eles alguns dos principais alpinistas tentando fazer a escalada sem o uso de oxigênio suplementar.

08.03.2017 - 06:45 Brasil | 15:30 Nepal

De volta ao Campo Base

  Elias Luiz  

O alpinista espanhol está de volta ao Campo Base. Ele ainda não se pronunciou, mas a partir de agora o tempo está contra Alex Txikon, o último dia do inverno é dia 20 de março. Ele gasta pelo menos 5 dias para chegar ao cume e mais uns 3 para descer. O tempo está se esgotando. Será que há uma boa janela de ataque ao cume para os próximos 3 ou 4 dias? É difícil, pois ele saberia e teria deixado essa tentativa para a melhor janela.

Lembrando que essa é uma expedição invernal. Ele tem que fazer tudo dentro da estação de inverno, que no hemisfério norte vai de 21 de dezembro a 20 de março. O alpinista que está tentando fazer uma escalada invernal, não pode chegar ao campo base antes de 21 de dezembro (Alex iniciou a sua expedição no dia 25 de dezembro), e tem que estar de volta do cume ao campo base até o dia 20 de março. Essas são as regras mais atuais.

 
comentários - comments
 
 
 

07.03.2017 - 14:35 Brasil | 23:20 Nepal

Ciclo de Cume

Alex Txikon e sua equipe de sherpas, partiram ontem para o Ciclo de Cume. Eles estão agora no Campo 2 descansando.

06.03.2017 - 10:45 Brasil | 19:30 Nepal

Reinhold Messner

O lendário alpinista, Reinhold Messner, voou na manhã desta segunda-feira de Katmandu para o Campo Base do Everest a fim de conhecer e desejar boa sorte a escalada invernal de Alex Txikon.

“A vida sempre surpreende! Nesse momento de felicidade em que pensei que a maior experiência da minha vida não podia ser superada, Reinhold Messner meu maior ídolo e inspiração, vem ao Acampamento Base, para me apoiar no meu desafio de tentar escalar o Everest no inverno e sem oxigênio engarrafado.
'O deus das montanhas' foi o primeiro alpinista com Peter Habeler a chegar ao topo do mundo sem oxigênio engarrafado, e depois coroou sozinho. O apoio que ele nos deu é indescritível. Obrigado Messner, seus passos são o nosso caminho!”

disse o alpinista espanhol, Alex Txikon, após o encontro com Messner no acampamento base. “

Nuri Sherpa, Reinhold Messner e Alex Txikon no acampamento base do Everest, na manhã desta segunda-feira, 6 de marrco de 2017.
 

14.02.2017 - 13:30 Brasil | 21:15 Nepal

Motivo

Foi um dia difícil, lutamos muito contra o vento para chegarmos ao Campo 4 (7.950m). Quando chegamos lá, fizemos de tudo para armar as barracas, mas o vento foi implacável e não coseguimos. A temperatura estava por volta dos -40ºC, por isso resolvemos descer para o Campo 3 - disse Alex Txikon

Essa foi a mensagem que ele enviou ontem. Então a mudança do clima foi a causa para ele ter abandonado esse ataque ao cume. Como retornou direto para o Campo Base, significa que não teria uma janela próxima para o ataque ao cume. Vamos aguardar o pronunciamento dele para saber ser fará uma nova tentativa, pois ainda tem tempo para isso, o inverno só termina no dia 19 de março.

Lembrando que Alex Txikon está tentando escalar o Everest sem o uso de oxigênio suplementar em pleno inverno, o que dificulta ainda mais. Apenas o alpinista nepalês Ang Rita Sherpa chegou ao topo do Monte Everest, em 1987, utilizando a rota normal, sem oxigênio suplementar na estação do inverno.

14.02.2017 - 07:45 Brasil | 15:30 Nepal

Descendo para o Campo Base

Alex Txicon está neste momento passando pela Cascata de Gelo rumo ao Campo Base. Ele estava no Campo 3 e por algum motivo que ainda não informou desistiu deste ataque ao cume. Entre tantas possibilidades, há três que são as mais comuns: pode ser porque a janela de bom tempo não se confirmou ou que ele tenha se sentido mal ou ainda que não foram fixadas as cordas de segurança acima do C4.

Atualização - 10:00 Brasil: Alex Txikon já chegou ao Campo Base.

10.02.2017 - 08:15 Brasil | 16:00 Nepal

Ciclo de Cume

Chegou o momento! Estamos saindo rumo ao Campo 2. Esperemos que o vento não tenha causado muitos estragos em nossos equipamentos, como aconteceu semana passada. Há previsão de um janela de bom tempo entre os dias 14 a 18 de fevereiro, em breve informareei a data que iremos escolher para fazer o tão esperado ataque ao cume. Agora mais que nunca, preciso de vocês aqui comigo.

08.02.2017 - 14:50 Brasil | 22:35 Nepal

3º Ciclo de Aclimatação

Partimos do acampamento base na quinta-feira, 2 de fevereiro para mais um ciclo de aclimatação e montagem de de novo acampamento. A subida direta ao Campo 2, a 6.350 metros de altitude, tornou-se uma mera formalidade, embora sempre muito perigosa.

Entramos na Cascata de Gelo do Khumbu, que jorra água por todos os lados devido ao derretimento da geleira, e muitos trechos estão cada vez mais perigosos. Eu pensei que seria mais seguro no inverno (na verdade boa parte da comunidade de alpinistas imaginam isso), mas cada vez que subo a Cascata de Gelo ela está mais difícil, mais cara e mais exigente.

Estamos no limite, não temos mais material e só temos os recursos necessários. Este Everest será muito exigente desde o início até o fim. Depois de oito horas chegamos ao C2 inexistente (6350m). Havíamos deixado o acampamento montado e com provisões, mas tudo voou. Toca procurar todo o material que foi esparramado na moraina.

Mudamos o plano. Decidimos descansar na sexta-feira 3, e sábado, dia 4, uma subida rápida ao Campo 4 , a 7.896 metros de altitude.

Na sexta-feira, 3, tudo estava silencioso. Normalmente, nós rimos, nós brincamos, mas hoje ninguém tinha ânimo para isso. É normal, porque o que está à frente será muito difícil. São 18h00 e nos deitamos para descansar em nossos sacos de dormir e novamente o silencio; e o silêncio só é quebrado pelo o belo canto dos pardais. No Campo 2 estamos rodeados de pardais e corvos, assustador.

São 23:30, agora é o momento da verdade, e na grande tenda se reúnem Norbu, Nuri, Furba, Chepal, Pemba e eu. Nota-se o nervosismo, prensado a frio. Eu não sei, mas deve estar em torno de 30-35 graus abaixo de zero. Nos equipamos para partir. Estou um pouco nervoso; esta de noite no inverno e o inverno é duro. Preciso completar esse ciclo, para estar pronto para o próximo ciclo, que será o de cume.

Partimos para o Campo 4 (7.950m). Ninguém fala nada. A noite é muito escura, mas as estrelas brilham.

Eu como sempre, não troquei as pilhas da minha lanterna frontal e não vejo nada! Estou entre os que dão o máximo. Contamos com poucos recursos! Vamos em um bom ritmo. Bastante rápido. Vou subindo e pensando em muitas coisas. Entramos nas seções das gretas, mas não são perigosas, mas por descuido caí em uma, e só não fui ao fundo porque fiquei enroscado na boca da greta pela minha mochila. Sorte, pois ao olhar para baixo não avistei o fundo. Meu corpo se contrai, o nervosismo que estava a espreita toma de assalto a situação, meu coração acelera e parece que vou me afogar. É o que sinto. Pemba que vinha logo atrás jogou uma manta e conseguiu me puxar, no exato momento em que a aresta se quebra e vejo uma rachadura enorme que poderia ter me levado ao fundo. Respiro e trato de me concentrar e continuamos a subir.

03:00 - O frio aumenta muito e o vento começa a soprar. Aos poucos vamos subindo e eu estou quase congelando. Olho para cima e vejo em meio ao céu estrelado uma estrela mais forte, cintilante, diferente de todas. Escalar a noite é difícil, as referências somem, então você tem que procurar uma forma de matar o tempo, motivar, sentir o que você está fazendo.

A noite estrelada de Alex Txikon.

No início das cordas fixas tento subir rapidamente. O frio atinge os meus dedos e olho para a estrela que, por alguma razão que eu não sei ainda me protege, em uma noite como esta, você está tão perto do céu parece que pode tocá-lo!

São 05:00 horas da manhã, estamos no em Campo 3 (7250m). Eu apenas sinto os dedos dos pés e não sou o único. Aceleramos o ritmo o máximo que conseguimos para não congelarmos. Depois de uma hora, o céu já não está mais escuro e não consigo mais ver a estrela, a mais bonita entre todas.

Olho o vale abaixo e fico perplexo com o amanhecer, provavelmente é o mais belo nascer do sol que meus olhos já viram. O majestoso amanhecer do Chomolungma (Everest), as belas vistas, mas isso nos castiga… o vento agora sopra de todas as direções e o frio ganha intensidade.

   
O sol nascendo. Na parede do Lhotse, acima do Campo 3.
   

Cerro os dentes e de joelhos olho de vez em quando para o Vale do Silêncio e desfruto do amanhecer e de suas vistas. Consigo reunir forças e determinação para continuar. Apesar do risco envolvido, passamos pela Franja Amarela.

Aproveitamos uns 200 metros de cordas velhas, divididas em seis trechos em um trecho muito vertical. Olho para baixo e vejo que o sol ainda não alcançou o Campo 2. É o momento mais difícil e o vento castiga.

Finalmente o sol chega no Campo 2, por volta das 09:10 da manhã e estou a quase 7.800 metros de altitude, a nossa direita passamos pelo Campo 4 do Lhotse, que ainda está na sombra. Já são oito horas na escuridão e na sombra que o Lhotse nos trás.

Tenho que fazer um recurso que não falha nunca. É muito doloroso, mas vale a pena. Fico de joelhos no chão e corto a circulação do sangue por alguns minutos, até que de repente começo a sentir dolorosos choques elétricos, esse é o sinal. Então eu sento e o sangue começa a fluir novamente e volto a sentir a sola dos meus pés.

Somente às 11 horas da manhã o sol aparece para nós, e começa a nos aquecer e finalmente após atravessar uma franja de neve chegamos ao Colo Sul, a 7.950 metros de altitude.

Deixo os 15 kg que carreguei até aqui, entre barraca, gás e corda e arranco para baixo com Chhepal. A concentração na descida tem que ser 200%, rapel e mais rapel e pedras começam a rolar. Não vejo direito o que faço, mas vou descendo aos poucos e me preocupo apenas em olhar para cima para ver se nenhum pedra vai me atingir. Último rapel e chego ao fim deste trecho. Olho para cima e vejo Nurbu, Nuri e Furba. Chhepal e eu cruzamos o glaciar.

Estou esgotado, quando fecho os olhos eles doem, durante toda a noite escalei sem óculos. Mas se fechar os olhos agora para aliviar um pouco a dor, eu durmo, mesmo de pé.

Chegamos ao Campo 2 e digo para Chhepal que é melhor descermos direto ao Campo Base hoje, por mais cansado que eu esteja, com o tempo aprendi medir as minhas forças e sei que consigo chegar pelo menos até o final da Cascata de Gelo. A previsão amanhã é de ventos fortes por aqui, então é mais seguro descer hoje.

Chhepal não concorda comigo, pois está vendo que meu estado não é dos melhores, mas após descansarmos 15 minutos, às 14:45 tocamos para baixo. Eu sempre estabeleço pequenas metas e vou recordando cada trecho que passei na rota. E finalmente no cair da noite saímos do Cascata de Gelo e chegamos ao início do Campo Base, onde Aitor me espera com uma Coca-Cola e com o nosso cão Gatz.

Após caminhar pela moraina, chego a minha barraca e descubro que ela é o melhor lugar do mundo. Meus pés doem, as pontas dos dedos estão rachadas pelo frio intenso, os olhos também doem, os lábios também… depois de longas 18 horas de trabalho, estou de volta e feliz.

Um bom jantar e um bolo maravilhoso em comemoração do aniversário de Pablo, faz parecer que estamos em cada. Hoje estou escrevendo mais um trecho do meu diário da minha escalda invernal no Everest. Não me sinto tão cansado e em breve estarei pronto para o próximo ciclo, o Ciclo de Cume. Em breve você terá mais notícias e será sobre o ataque ao cume.

O majestoso Everest.
 

02.02.2017 - 14:50 Brasil | 22:35 Nepal

Campo 1

Alex Txikon e sua equipe de sherpas estão subindo para mais um ciclo de aclimatação, neste momento estão no Campo 1.

Essa semana apareceu no Campo Base do Everest uma cadela: "A vida é cheia de surpresas! Há três dias atrás esta linda amiga apareceu no campo base do Everest. Ela é chamada de Gatz (em basco) e tornou-se parte da equipe. Vamos cuidar dela, e ela vive e dorme conosco. Incrível!" – disse Alex.

   
Alex Txikon com a cadela que apareceu no Campo Base do Everest. A cadela a 5.350 metros de altitude (Campo base).
   

23.01.2017 - 09:00 Brasil | 16:45 Nepal

Carlos Rubio abandona expedição

  Elias Luiz  

Quando os dois alpinistas espanhóis estavam no Campo 3, nesta sexta-feira, Carlos Rubio, 28 anos, não estava se sentindo bem, estava com sintomas do mal da montanha, e para não agravar um provável edema pulmonar, eles desceram para o Campo 2 onde um helicóptero fez o resgate de Rubio, levando-o para um centro de saúde acima de Namche Bazaar, onde foi administrado soro e antibióticos para estabilizar o seu processo inflamatório pulmonar. Ao meio-dia de sábado ele foi transladado para Katmandu, onde foi hospitalizado e agora passa bem e deve retornar para Espanha o mais breve possível.

Alex Txikon continua

Alex Txikon, que era o lider da expedição, continuará junto com os sherpas a sua tentativa de escalar o Everest no inverno. Neste domingo ele fez um tiro rápido até o Campo 4 e depois desceu para o Campo 3, onde permanece até o momento.

Kilian Jornet

O trail runner Kilian Jornet anunciou que vontará a face norte do Everest, Tibet, no próximo verão, em agosto, para a sua tentativa de quebra de recorde de escalada em velocidade na montanha mais alta do mundo.

Mensagem de Carlos Rubio direto do Hospital em Katmandu
 

21.01.2017 - 14:40 Brasil | 22:25 Nepal

Cascata de Gelo

A equipe de Alex Txikon liberou o vídeo da Cascata de Gelo. Confira as belas imagens.

Vídeo publicado no dia 15 de janeiro de 2017, mostra a equipe escalando a Cascata de Gelo do Khumbu.
 

20.01.2017 - 08:50 Brasil | 04:35 Nepal

Campo 3

Os alpinistas espanhóis, Álex Txikon e Carlos Rubio, neste 2º ciclo de aclimatação chegaram no Campo 3, a 7.000m de altitude.

18.01.2017 - 01:15 Brasil | 09:00 Nepal

Everest Invernal

  Elias Luiz  

Álex Txikon e Carlos Rubio estão tentando escalar o Everest no inverno. Os alpinistas espanhóis estão acompanhados de 8 sherpas. Eles instalaram o acampamento base no dia 5 de janeiro, e no dia seguinte realizaram a tradicional cerimônia Puja. Em seguida iniciaram uma das tarefas mais difíceis da escalada do Everest, que é a definição da melhor via na Cascata de Gelo do Khumbu e a fixação das cordas e escadas. No dia 14 de janeiro montaram o Campo 1 (C1).

Agora ambos apinistas estão de volta campo base após o término do 1 ciclo de aclimatação.

Morte

Um oficial de ligação que foi designado para acompanhar a expedição invernal passou mal quando estava em Lobuche (4.940m) ao sofrer os efeitos do mal de altitude. Estava sendo levado para Thukla onde seria resgatado de helicóptero, mas acabou falecendo no local. O corpo foi levado para Kathmandu.

Álex Txikon e Carlos Rubio durante a escalada da Cascata de Gelo do Khumbu. Foto: Divulgação

 

Os 16 brasileiros que já estiveram no topo do Everest

       

Cume: 14.05.1995
Face Norte (Tibet)
Idade no cume: 29 anos
2º Cume: Face Sul (Nepal), em 02.06.2005 - único brasileiro a escalar com sucesso as duas faces do Everest
Nascimento: 12.03.1966
Foz do Iguaçu / PR

Cume: 14.05.1995
Face Norte (Tibet)
Idade no cume: 32 anos
Faleceu em uma avalanche na face sul do Aconcágua no dia 03.02.1998
Nascimento: 14.06.1962
Teresópolis / RJ


Cume: 02.06.2005
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 33 anos
Nascimento: 12.06.1971
Curitiba / PR




Cume: 02.06.2005
Face Norte (Tibet)
Idade no cume: 37 anos
2º Cume: Face Norte, sem o uso de oxigênio suplementar. Morreu de HAPE ou HACE, no Campo 3 (8.300m), em 19.05.2006
Nascimento: 13.12.1967
Belo Horizonte / MG
       

Cume: 19.05.2006
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 40 anos
Nascimento: 11.01.1966
Igarapava / SP




Cume: 27.05.2008
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 39 anos
2º Cume: Face Sul - 20.05.2011
3º Cume: Face Sul - 21.05.2013
Nascimento: 09.05.1969
Ibitinga / SP


Cume: 27.05.2008
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 38 anos
Nascimento: 02.07.1969
Campinas / SP




Cume: 17.05.2010
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 53 anos
Nascimento: 20.08.1956
Farroupilha / RS



       

Cume: 17.05.2010
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 46 anos
Nascimento: 04.01.1964
Manaus / AM


10º
Cume: 07.05.2011
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 24 anos
2º Cume: Face Sul - 19.05.2016
Nascimento: 10.05.1986
Campinas / SP

11º
Cume: 07.05.2011
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 38 anos
Nascimento: 27.04.1973
São José dos Campos / SP


12º
Cume: 17.05.2013
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 31 anos
Nascimento: 14.05.1982
São Paulo / SP


       
13º
Cume: 23.05.2013
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 43 anos
Nascimento: 28.02.1970
São Paulo / SP


14º
Cume: 19.05.2016
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 37 anos
Nascimento: 26.11.1978
Bauru / SP


15º
Cume: 21.05.2016 - 6h00
Face Norte (Tibet)
Idade no cume: 47 anos
Nascimento: 26.11.1968
Monsenhor Tabosa / CE


16º
Cume: 21.05.2016 - 7h00
Face Sul (Nepal)
Idade no cume: 38 anos
Nascimento: 15.03.1978
Pelotas / RS


 

comentários - comments