EMILIA TAKAHASHI
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Emilia Takahashi
 
Publicado em 03/01/2010 - 19h51 - da redação
 
 
 
 
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Roubada no Vietnã
Sem gírias, literalmente.

Depois de conhecer o agito de Hanoi, as belezas naturais de Halong Bay, a cidade anciã Hoi An, fui para meu primeiro dia de praia em Nha Trang.

Estou acostumada com as barbaridades que temos o Brasil, mas não pensei que um vietnamita iria ser tão ousado. Estava deitada na areia, lendo um livro o qual me oculpei por um tempo, com a mochila ao meu lado. Não vi nada, uma hora estava lá e em outra não estava mais. Foi tudo o que era importante, inclusive... o passaporte!

Voltei para a capital Hanoi onde fica a embaixada brasileira e peguei meu novo passaporte e não quis saber de mais nada. Só queria sair do país o mais cedo possível.

Já não estava com simpatia pelo país, pudera, a guerra deixou muitas marcas. O povo quase não sorri, não são nada gentis e não fazem a menor questão de ser. Mesmo assim, as ruas são repletas de turistas.

Com esse episódio esse capítulo fica sem imagens, só lembranças na memória. O famoso chapéu em cone, marca registrada; campos de arroz por todos os lados; comer na rua com banquinhos e mesinhas plásticas na calçada em uma altura feita para a flexibilidade deles, ou para crianças do ocidente; conversar em posição de cócoras e ver Rambo na TV.

 
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