Dificuldade no primeiro ciclo de aclimatação
da redação: Karina Oliani - Expedição: Mini no Topo do Mundo
29 de abril de 2013 - 11:40
 
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  • Foto: Scott Simper
    Karina Oliani no 1º Ciclo de Aclimatação Foto: Scott Simper
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    Travessia de gretas no Khumbu IceFall (Cascata de Gelo) " Foto: Scott Simper
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    As temidas gretas " Foto: Scott Simper
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    Essa é uma das partes mais perigosas da escalada, a travessia da cascata de gelo " Foto: Scott Simper
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    Região do Popcorn " Foto: Scott Simper
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    Entre o C1 e C2, região chamada de Western Corn " Foto: Scott Simper
  • Foto: Scott Simper
    Caverna de gelo no Icefall " Foto: Scott Simper
  • Foto: Scott Simper
    Um integrante da equipe que precisou de oxigênio para se recuperar do mal de altitude " Foto: Scott Simper
  • Foto: Scott Simper
    Karina, Scott e Pemba com o C3 ao fundo, a parede do Lhotse " Foto: Scott Simper
  • Foto: Scott Simper
    Karina com o grupo de sherpas " Foto: Scott Simper
  • Foto: Scott Simper
    No Acampamento 2 " Foto: Scott Simper
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    A moinha barraca " Foto: Scott Simper
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Karina Oliani no 1º Ciclo de Aclimatação Foto: Scott Simper

 
 

Chegamos no acampamento base do Monte Everest há 2 semanas e já estamos terminando nosso 1º ciclo de aclimatização, aqui entre os escaladores chamamos esses ciclos de “climbing rotations”.

Passamos pela espetacular Khumbu Icefall, uma das partes mais técnicas dessa escalada com sua gretas enormes e escadas para poder atravessá-las. (fotos de 2 a 5)

Chegamos no acampamento 1 (C1), a 5900m e no dia seguinte fomos até o acampamento 2 (C2) que fica a 6400m. Essa altitude não é benefica para nenhum ser vivo e na montanha mais alta do mundo muito menos ainda, mas acho que esse é o preço que se paga para poder avistar o mundo do ponto mais alto dele e sentir essa paz que estou sentindo enquanto desfruto essa beleza espetacular dos Himalaias.

Meu parceiro de escalada e o cameraman dessa expedição tiveram fortes sintomas de AMS (Acute Mountain Sickness) ao chegar no C2 e tive que medicá-los e colocá-los no oxigênio por 10h até que sua dor melhorasse. (foto 8)

Esperamos 2 frias noites (temperatura de -28ºC) até nossos pulmões e cérebros nos sinalizarem que podiamos prosseguir e fomos até a base da Lothse Face a 6600m pra ver o que iremos enfrentar no nosso próximo ciclo. (foto 9)

Agora precisamos descansar de 2 a 3 dias e nos prepararmos para começar nosso “2º climbing rotation” onde dormiremos 1 noite no acampamento 3 a 7200m nessa parede tão linda quanto íngreme, conhecida por Lhotse Face.


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